PARA GLAUCE

GLAUCE ERA ASSIM

Ela mesma…
Vezes sorrindo
Outras brincando
Algumas brigando
Muitas chorando,
Se fechando…
Sofrendo…
Mas, sempre amando!

Sim, o quanto ela amava…
E amando vivia, odiava, perdoava,
Escrevia, pintava e bordava
Bordava a vida, a morte
A alma sem norte à cata da sorte
Na escrita com arte e fantasia
Dizia muito do que lhe doía e
O real que abstraía nos pincéis refletia…

GLAUCE, minha cara GLAUCE,
Não sei por onde andas agora
Mas sei que nesta hora
Que o teu corpo mais não anda
Os que por aqui andam e
Te souberam conhecer e amar
Choram a tua brusca partida
Vivem doída saudade nesse não mais estar…

OBS: Poema feito em 27/09/2011 por Edwiges C. Caraciolo Rocha, em homenagem a sua amiga Glauce, falecida em 26/09/2011

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